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31 agosto, 2006

aguada de deus

La Renna Giuditta: mini... medio... grande


portachiavi - 11 X 6 cm

pupazzo renna medio - 60 X 15 cm

pupazzi renna grande - 92 X 29 cm


Modelli Di Gigi per La Renna Giuditta.

30 agosto, 2006

depoimentos do orkut

Theo: Se o mundo acabasse amanhã, a Gigi mandaria um foda-se ! Essa sabe levar a vida ! Pra fazer isso precisa ser meio maluco. Opa, a Gigi é maluca ! Mas ela é também muitas outras coisas ! Uma grandíssima amiga ( : ! (28/06/2004)

Roberto: Sabe aquelas pessoas que amam a vida e que tão sempre com a cabeça borbulhando, pois é a Regiana faz parte deste seleto e delicioso grupo de seres humanos incriveis. Com você, pequena, é sempre Primavera! Beijos. (14/07/2004)

Renata: A Gigi eh uma festinha de luxo falante que chega na vida da gente com direito a diversao garantida ou seu dinheiro de volta! Mas o melhor disso eh que o convite dessa festa eh no formato de um enorme coracao. (19/07/2004)

Fernando: Gosto muio da Regiana. Nós nos conhecemos na Faculdade, naquela lengalenga de 'movimento estudantil', mas logo nos tornamos amigos.Ela é uma pessoa que se mostra artista, vanguardista, intelectualizada, às vezes somente festeira ou pseudo-fútil. Bobagem.A Gi é uma menina acima e além de tudo doce. Muito doce. Gosto dela, principalmente, porque é possível contar todas as piadas sem precidar explicar ironias incidentais.É alguém com quem partilho um mundo à parte, no qual tiramos sarros e mais sarros das demais pessoas. (26/10/2004)

Debora: A Gigi e sempre surpreendente, cada dia com uma novidade. Sair com ela e garantia de diversao. Ao mesmo tempo, e um coraçao doce e delicado. Portanto, uma pessoa dificil de traduzir assim, so em palavras. Define bem o proprio Chico, que ela tanto ama: " O que nao tem certeza nem nunca tera/ O que nao tem conserto nem nunca tera/ O que nao tem tamanho" . (03/12/2004)

Luara: Radiante, linda, autêntica, sabida e muito queriiiida. (08/01/2005)

Marco: Um centímetro, pode ser sim um quilometro, se interposto entre nós dois. Aquele minúscolo imponente espacinho é a ponte que o teu perfume cruza em percorrer o caminho marcado pelos nossos sentidos ao chegar inebriante à meta, que é quanto de mais puro em mim percebe a tua essência, salpicada por pétalas banhadas pelo orvalho da madrugada que a cada dia te ve impalpável ao teu acordar.Um centímetro é a diferência entre deslizar e saborear.Como o vinho fresco desarrolhado, você deve ser cheirada antes, e depois degustada, e assim sente-se a tua doce fragrância de amêndoas e pistachos, e cerejas e flores do campo, e você invade, assim, indomável, cada uma das minhas papilas: você captura e impregna elas do seu cheiro, que, na natureza, só por você é possuido, e que, como digna rainha, você o detem para depois passa-lo para quem tanto o requisita. (12/01/2005)

Thiago: Regiana é a parteira das grandes idéias, e jamais hesita frente a elas. Ela sempre sabe o que fazer, because she has the touch, baby. (07/03/2005)

Alexandre: Regiana... queria escrever a todos o que faz de você tao especial, mas esse segredo ainda nao descobri, entao deixo o meu beijo a alguem que deixou sua marca em minha vida!Beijos Ale (10/04/2005)

Caroline: Gigi, minha pequena grande amiga, qtas histórias temos pra contar, né verdade? Divertida, autêntica, doida de pedra, baladeira, tem uma paciência incrível com as crianças, o q certamente fará dela uma boa mãe, nessa nova vida de casada. Aliás, quem diria hein? Pequena, desejo a vcs toda felicidade do mundo!Beijão (14/04/2005)


Marcelo: Pois é, uma pequena notável, de bem com a vida, divetidíssima, que já ta fazendo muita falta por aki!!! Re, bjão e seja mutio feliz, te adoro muuuuuuuuuuuito!!! (13/10/2005)

Paula: Regiana, tão pequenina, mas um dos maiores corações que conheci!!! Amiga de todas as horas, confesso que das horas mais esquisitas... Você entrou na minha vida sem querer e virou uma das minhas pessoas mais queridas!! Saiba que eu estou aqui a km de distância torcendo por você e suas loucuras!!!Adoro você!! (03/01/2006)

28 agosto, 2006

Modello per La Renna Giuditta






La Renna Giuditta inaugura dia 9 de setembro e encomendou bonecos Di Gigi exclusivos em forma de rena.

Illustration Friday - Run

23 agosto, 2006

20 agosto, 2006

Cinema Paradiso sem psicanalismos


Como eu achei meu ùltimo post injusto e tècnico, resolvi escrever outro.
Esqueci de dizer que é o meu filme preferido em absoluto, que jà vi mais de 15 vezes (e chorei de morrer em todas elas!), que eu tambèm tive o meu Alfredo, que meu irmao parecia com o Totò quando ele era criança, que a trilha sonora è a mais bonita da Història do Cinema (seguida pela trilha da Amelie Poulin), a fotografia è sublime, e, que meu amor eterno, intenso e incondicional pelo Cinema é euforico por esse filme existir.
Nao morra sem assistir!
Cinema Paradiso - ùltima cena

O filme revela as frustrações presentes em cada um de nós, mas com suavidade e encantamento.

No filme, foram muitos os “beijos proibidos” a que Totó não pode assistir na tela do Cinema Paradiso.

É na fase da latência que surge o desenvolvimento das sublimações, o filme fala desta fase na infância de Totó, e da importância da grande arte.

Quando ele usa a arte do cinema como linguagem para sublimar, me lembro de uma passagem de um livro do Saramago:
“...não o sabia quando o escrevi , sei-o agora ao voltar a escrever (lição importante: nada se deve escrever uma vez só). Em verdade denunciei-me, mas ninguém o iria adivinhar, porque a primeira vez se usa sempre uma língua secreta que tudo diz e nada consente entender. Só a segunda língua explica, mas tudo voltaria a ficar oculto se o código da primeira língua, nesse preciso momento, fosse esquecido ou perdido. A segunda língua, sem a primeira, serve para contar histórias, as duas juntas é que fazem a verdade..." (José Saramago - Manual de Pintura e Caligrafia, 1983)

Illustration Friday - Match (Futuros Amantes)

Por causa da mùsica do Chico.

18 agosto, 2006

O Estranho

O Estranho por Regiana Queiroz Zanichelli





O Estranho

“O estranho é aquela categoria do assustador que remete ao que é conhecido, de velho, e há muito familiar.” (Sigmund Freud)

A máxima da expressão de uma vida para além da morte através do retrato expressa a esperança mágica sobre o tempo. Toda semelhança é uma espécie de signo de igualdade e os retratos gozam de uma especial importância na identificação de uma pessoa e são resultado de uma percepção determinada pela emoção.

O retrato é uma construção estética com um objetivo psicologizante, uma imagem que não passa de um duplo, um reflexo, que é na verdade uma ausência. A característica essencial da imagem é uma certa forma do objeto estar ausente na sua própria presença. E obviamente o recíproco: estar presente na própria ausência. A imagem seria, portanto, uma presença-ausência.

O duplo é uma imagem fundamental do homem, e concentra em si o anseio da imortalidade. O duplo é a imagem reconhecida no reflexo ou na sombra, na alucinação, e nas representações pintadas e/ou esculpidas; é a defesa do narcisismo primário contra a extinção, é uma segurança contra a destruição do ego, uma negação da morte. A invenção da alma imortal (que assegura a continuidade do Eu para além do corpo) é a primeira invenção do duplo, que pode suportar o peso da nossa angústia da morte, já que a contemplação da imagem de si é indissociável do pavor persecutório de ser confrontado com o envelhecimento. O culto do duplo permite uma divisão do sujeito que o subtrai à angústia de morte associada ao narcisismo.

O estranhamento do duplo vem do fato da sua criação ser datada de um estágio mental primitivo, estágio em que não se distingue nitidamente o Eu do mundo externo. Por isso a sensação estranha evoca o desamparo experimentado em estados oníricos (resíduos da atividade mental animista e onipotente). Com a superação do narcisismo primário, o duplo inverte sua função, o que era uma garantia de imortalidade, agora aparece como um estranho anunciador da morte.

A duplicação de si surge como suporte da exposição de um Eu fragmentado, esvaziado, morto pela própria agressividade. Novos caminhos da polimorfia da destrutividade interna encenam os medos modernos de descontrole existencial e de envelhecimento. O cenário artístico permite um descentramento de si, um movimento para fora procurando resolver uma divisão interna.


Il Perturbante

“Il perturbante è quella sorta di spaventoso che risale a quanto ci è noto da tempo. Un elemento rimosso ma che ci era da sempre familiare.” (Sigmund Freud)

La massima è l’espressione di una vita dopo la morte attraverso il ritratto si esprime la magica speranza sul tempo. Qualunque somiglianza è una specie di segno di uguaglianza. I ritratti godono di un’importanza speciale nell’identificazione di una persona, e sono il risultato di una percezione determinata dall’emozione.

Il ritratto è una costruzione estetica con un obbiettivo psicologizzante, un’immagine che non differisce da un doppione, un riflesso, che è in verità un’assenza. La caratteristica essenziale dell’immagine è una sorta di forma dell’oggetto essere assente nella sua propria presenza. E’ ovviamente il reciproco: essere presente nella propria assenza. L’immagine sarebbe, perciò, una presenza-assenza.

Il doppione è un’immagine fondamentale dell’uomo, e concentra in sé il desiderio dell’immortalità. Il doppione è l’immagine riconosciuta nel riflesso o nell’ombra, nell’allucinazione, e nelle rappresentazioni dipinte e/o scolpite; è la difesa del narcisismo contro l’estinzione, è una sicurezza contro la distruzione dell’ego, una negazione della morte. L‘invenzione dell’anima immortale (che assicura la continuità dell’Io oltre il corpo) è la prima invenzione di un doppione, che può sopportare il peso della nostra angoscia provocata dalla morte. La contemplazione dell’immagine di sé stessi è inassociabile alla paura persecutrice di essere confrontati con l’invecchiamento. Il culto del doppione permette una divisione del soggetto che lo sottrae dall’angoscia della morte associata al narcisismo.

Il perturbamento del doppione deriva dal fatto che la sua creazione proviene dallo stadio mentale primitivo, stadio in cui non si distingue nitidamente l’Io dal mondo esterno. Per questo la sensazione disordinante evoca la mancanza di protezione sperimentata nello stato onirico (residuo dell’attività mentale animista e onnipotente). Con la superazione del narcisismo, il doppione inverte la sua funzione, che è una garanzia d’immortalità, e adesso appare come uno strano annunciatore della morte.

La duplicazione di sé stesso nasce come supporto di un Io frammentato, svuotato, ucciso dalla propria aggressività. I nuovi cammini della polimorfia della distruttività interna mettono in scena i timori moderni di mancanza di controllo esistenziale e d’invecchiamento. Lo scenario artistico permette un decentramento di sé stesso, un movimento di uscita cercando di risolvere una divisione interna.

17 agosto, 2006

fabrics











Desde que eu comecei a fazer os bonecos Di Gigi eu desenvolvi uma mania por tecidos. Estou sempre procurando uma loja de tecidos, pelas ruas, na internet, peço pra minha mae mandar alguns do Brasil... adoro as estampas, as texturas...

Para os apaixonados como eu, indico Print & Pattern e Amy Butler.

o boneco da Iara



A Iara (tambèm chamada de Iarinha, a sereia) é a filha da minha mais querida melhor amiga, Renata Mauès Mesquita, que mora no Rio de Janeiro, cidade abençoada pelo Tom e pelo Vinicius.

Infelizmente eu jà estava aqui na Itàlia quando ela nasceu, mas meu amor por ela è tao grande que é como se jà nos conhecessemos.

Eu mandei um dos meus bonecos Di Gigi pra ela, branco e lilàs (por que sei que é a cor preferida da Renata!!!) .



Hoje recebi o email da Renata:

"Gigi, minha Betty Boop mãos-de-fada preferida!

O boneco da Iara chegou ontem!!!! É a coisa mais linda e ela simplesmente recebeu com a gente no correio e qd abriu o pacote deu um sorriso tão lindo que a gente quase desmaiou de emoção. Sério, foi a primeira vez que ela ajudou a abrir um pacote e era pra ela mesmo... a reação dela foi surpreendente até pra nós, pois nunca tínhamos visto essa cena. Obrigada, obrigadíssima. Adoramos!

Como está vc? Acho que esse negócio de bonecos deve estar te fazendo um bem enorme... E o Marco? Que ele anda aprontando?

Nunca deixem de dar notícias, tá. Seguem algumas fotos recentes, do dia dos pais. Bj, Renata"

Illustration Friday - Play (doll)

12 agosto, 2006

chiuso per ferie

O blog ficarà fechado por causa das fèrias de verao, aproveitaremos o feriado para dar um pulo em Venezia. Volto em breve!!!

10 agosto, 2006

todos somos - cromo ssomos










Exposiçao "todos somos - cromo ssomos" - 1999 - Sao Paulo

Arte e a Teoria Psicanalítica de Sigmund Freud

Freud reconhecia que os grandes escritores em suas obras demonstravam saber da existência do inconsciente antes mesmo que próprio Freud desse um enfoque científico a ele.
Podemos estender esse “saber” aos grandes diretores de cinema e dramaturgos.
A sensibilidade intuitiva de certos artistas faz com que os mesmos entrem em contato com fantasias inconscientes universais, as quais se tornam o “conteúdo latente” de suas obras, que representariam o conteúdo manifesto.
Entretanto, nem sempre a arte e a psicanálise estiveram de acordo. Podemos perceber, ao analisarmos o momento histórico Psicanálise e Surrealismo, que apesar dos surrealistas (principalmente no Manifesto do Surrealismo, de André Breton) desejarem justificar suas criações estéticas através da potência criadora do inconsciente, Freud sempre deixou clara sua antipatia pela Arte Moderna, preferindo as obras clássicas como de Leonardo da Vinci ou Michelangelo.
Freud chegou a declarar em função de uma obra de Salvador Dalí (Metamorfose de Narciso): “Nas pinturas clássicas procuro o inconsciente – em uma pintura surrealista, o consciente.”
O mesmo chega a estabelecer um parentesco entre a psiconeurose e a criação artística, na medida que o artista daria forma, em suas obras, às suas fantasias narcísicas e eróticas.Apesar disso, o surrealismo tem em sua base a psicanálise, ainda que tomada de forma mítica ou poética, destituindo Freud, o pai, para retomá-lo em uma versão própria e necessariamente ficcional, à maneira do que faria o poeta no mito de Totem e Tabu.
A partir disso, notamos uma grande influência da arte moderna, principalmente surrealismo e dadaísmo, nos autores pós-freudianos como Jacques Lacan.

(CLICAR AQUI PARA CONTINUAR A LER ESSE TEXTO)

di gigi doll


collezione.collection.coleçao

05 agosto, 2006

04 agosto, 2006

sonho a la George Orwell

Essa noite tive um sonho muito estranho (como geralmente sao os sonhos...rs...).
Em certo momento eu jà sabia que era um sonho e resolvi, primeiro, prestar atençao nele para depois contar para minha analista, segundo, continuar sonhando (porque o sonho é o guardiao do sono, certo Freud?)
O "começo" do sonho: eu estava sentada numa mesinha de bar (que ficava na frente do mais importante orgao governamental dessa cidade maluca onde se ambientava o sonho) com meu marido, e, ao mesmo tempo entrevistava algumas mulheres que se candidatavam a uma vaga no governo. (Nao sei exatamente a que vaga elas concorriam, mas era alguma coisa com cinema e polìtica externa). Para ùltima cadidata eu confessei que como eu gostava mais de cinema que de polìtica externa, minha decisao seria a favor daquela que tinha minhas preferencias cinematograficas.
Tudo estava bem, atè que, uma multidao de manifestantes invadiu do tal orgao governamental, e quando ela foi embora descobrimos que um "figurao" do governo tinha sido assassinado pela multidao furiosa.
Momento George Orwell: Nesse momento, todas as pessoas que estavam fora do "palàcio" eram presas por enfermeiros de hospitais psiquiatricos e iam parar "sabe-se-là-onde"!
Eu eu meu marido (Marco) saimos correndo pelos arcos e ruas estreitas dessa cidade que ainda conservava a arquitetura medieval, em meio ao branco e prata moderno. Tentavamos fugir mas pra onde a gente olhava ou corria tinha um bando de enfermeiros implacàveis.
Perdi o Marco de vista, e sozinha, resolvi me esconder no ùnico lugar seguro do sonho: o Palàcio.
No Palàcio encontrei minha amiga Mariella, que dentro do seu casaco de marca, conversava tranquilamente com outros membros do governo. Quem estava dentro do Palàcio nao podia sair, e todos os homens e mulheres importantes na escala governamental, passavam frio perto da psicina enquanto esperavam por uma soluçao.
De uma hora para outra eles desapareceram, o que me fez acreditar que tudo jà estava resolvido.
Quando apareceu um segurança pedi para ele me acompanhar atè a minha casa, porque eu ainda tinha medo. No caminho, conversando com ele, descobri que tinham se passado 15 ANOS (!!!!!), nesse momento coloquei em questao minha sanidade mental, obviamente.
Eu teria enlouquecido e passado 15 anos sozinha no Palàcio achando que tinha passado sò uma tarde?! Caramba!!!! O que teria acontecido nesses 15 anos?! E onde estaria o Marco depois de tanto tempo? Serà que ele conseguiu se salvar dos enfermeiros? Serà que tudo que agora està em "ordem" ainda està sob o controle deles? inclusive eu?!
Caminhando com o segurança em direçao a minha casa passei na frente de um outro bar que me parecia familiar... e quando o telefone tocou... tive que acordar para atender a Nicoletta, pedindo para eu reenviar a ilustraçao da rena.

03 agosto, 2006

di gigi no Projeto Renna

teste para ilustraçao
(em breve mais informaçoes sobre o Projeto Renna)

02 agosto, 2006

NO WAR!!!


MUNDO UNO é uma campanha criada pela Tatiana Cardeal contra a guerra.
To dentro!