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26 novembre, 2007

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25 novembre, 2007

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Grazie Marco Gionta!

23 novembre, 2007

Chocolate Bunny by Sander Plug

Torino Film Festival

Torino Film Festival
23 novembre a 1 dicembre

l'amore é film


"O amor é filme Eu sei pelo cheiro de menta e pipoca que dá quando a gente ama Eu sei porque eu sei muito bem como a cor da manhã fica Da felicidade, da dúvida, dor de barriga É drama, aventura, mentira, comédia romântica O amor é filme Eu sei pelo cheiro de menta e pipoca que dá quando a gente ama Eu sei porque eu sei muito bem como a cor da manhã fica Da felicidade, da dúvida, dor de barriga É drama, aventura, mentira, comédia romântica Um belo dia a a gente acorda e hum...Um filme passou por a gente e parece que já se anunciou o episódio dois É quando a gente sente o amor se abuletar na gente tudo acabou bem, Agora o que vem depois O amor é filme Eu sei pelo cheiro de menta e pipoca que dá quando a gente ama Eu sei porque eu sei muito bem como a cor da manhã fica Da felicidade, da dúvida, dor de barriga É drama, aventura, mentira, comédia romântica É quando as emoções viram luz, e sombras e sons, movimentos E o mundo todo vira nós dois, Dois corações bandidos Enquanto uma canção de amor persegue o sentimento O Zoom in dá ré e sobem os créditos O amor é filme e Deus espectador!" (Cordel do Fogo Encantado)

18 novembre, 2007

Ilustration Friday - Superstition (right foot)


Il male oscuro

Il male oscuro (1990) - regia Mario Monicelli

17 novembre, 2007

Giorni e nuvole




Giorni e nuvole (2007) - regia Silvio Soldini

La signora del venerdì


La signora del venerdì (1940) - regia Howard Hawks

11 novembre, 2007

Coffee and Cigarettes

Coffee and Cigarettes (2003) - regia Jim Jarmusch

07 novembre, 2007

“Por não estarem distraídos”

“Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que por admiração se estava de boca entreaberta: eles respiravam de antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria água deles. Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria e peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque – a sede é a graça, mas as águas são uma beleza de escuras – e ao toque brilhava o brilho da água deles, a boca ficando um pouco mais seca de admiração. Como eles admiravam estarem juntos!Até que tudo se transformou em não. Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança de erros. O cerimonial das palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que estava ali, no entanto. No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbito exigentes e duros, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais distraídos.”
(Clarice Lispector, “Por não estarem distraídos”)

01 novembre, 2007

gigi


still life